“Mas o fato derradeiro da história é que ela, como toda garota que abaixa os cílios degavar e sorri quando acha que um sonho bom está se tornando real, se deixou levar pelo som do blues e acreditou no rapaz que cheirava a Scoth. Ele tinha olhos que sugavam como se fossem zoom e ela gostava do close. Ele mandava flores e ela acreditava em cada um dos poemas que as acompanhavam. Louca, intensa e cheia de utopias, se jogou de uma vez só fogo da paixão e saiu queimada - como as fotografias que ele tranformou em cinzas após uma discussão. Ele jamais entendeu a intensidade de Lily. Ninguém entende.”
— Tucca, A outra história de Lily Braun.